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JORNALISMO

Acredito que o bom jornalismo nasce da curiosidade e da atenção ao detalhe.

Num país onde se ri de políticos, crises económicas e até das próprias tragédias, a comédia tornou-se muito mais do que entretenimento: é uma forma de interpretar a realidade. Dos palcos aos podcasts, das redes sociais aos grandes espetáculos, uma nova geração de humoristas está a redefinir os limites do que pode ser dito, questionando preconceitos, provocando debate e transformando o riso numa poderosa ferramenta de comunicação.
Mas qual é o valor da indústria do riso?

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Desde 2023, desempenho funções como redatora no jornal ComUM. Já passei por redações como Desporto, Multimédia e Crítica, onde tive a oportunidade de escrever artigos, desenvolver projetos em vídeo e ainda assistir a eventos desportivos. 

No coração do Minho, onde o futebol sempre foi vivido com intensidade, a criação do departamento de futebol feminino do SC Braga afirma-se como um projeto que vai além dos resultados. No Estádio Amélia Morais, o jogo ganha outra dimensão, é aqui que se cruza a tradição de um clube histórico com a ambição de uma modalidade em crescimento.

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Jogadores que trabalham de dia e treinam à noite. Diretores que assumem diversas funções, desde lavar equipamentos a procurar patrocínios no café da terra. Clubes que sobrevivem à custa de paixão e teimosia. Esta é a realidade de quem joga, sofre e sonha no coração do futebol distrital do Porto.

Uma transformação que marcou um ponto de viragem significativo na história de Vila das Aves e na vida dos adeptos. Entre memórias de glórias e desafios, os relatos de Abílio Monteiro, Rui Nuno e Margarida Lopes mostram-nos diferentes pontos de vista sobre esta requintada história.

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O ar quente e leve de Braga faz-se notar à medida que subimos a Escadaria dos Cinco Sentidos, o segundo lance dos escadórios do Bom Jesus do Monte. A partir deste ponto, conseguimos ter uma visão envolvente do Santuário. Cada degrau alcançado separa-nos do barulho da cidade e convida-nos a entrar na calma do lugar que a muitos “transmite paz”, como descreve Maria Antónia, guia turística que visita o santuário “quase todos os meses e vários dias ao mês”. 

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